Cause it's my problem
If I wanna pack up and run away
It's my business if I feel the need to
Smoke and drink and swear
It's my problem, it's my problem
If I feel the need to hide
It's my problem if I have no friends
And feel I want to die
31/05/10
27/05/10
hoje estive com a minha amiga do trabalho, Inês, pela primeira vez desde que ela saiu de lá. foi muito agradável, estivemos na FBAUL com mais duas colegas de trabalho minhas. o tema da conversa foi pesado, sobre a crise e tudo o que nela está envolvido e nos afecta, mais ou menos directamente.
a Inês deu-nos a conhecer isto, que eu achei absolutamente ridículo.
confesso que sou esperançosa, gosto de ter fé nas coisas e acreditar que nem tudo está perdido. mas em relação a esta questão do estado do país, se a minha esperança estava a decrescer e tremida, simplesmente desapareceu, morreu de vez.
desde a semana passada que ando possessa com o que se tem vindo a passar e com o que foi anunciado. a previsão dos próximos 20 anos assusta-me. assusta-me sobretudo porque daqui a 20 anos eu vou ter mais de 40...
a Inês deu-nos a conhecer isto, que eu achei absolutamente ridículo.
confesso que sou esperançosa, gosto de ter fé nas coisas e acreditar que nem tudo está perdido. mas em relação a esta questão do estado do país, se a minha esperança estava a decrescer e tremida, simplesmente desapareceu, morreu de vez.
desde a semana passada que ando possessa com o que se tem vindo a passar e com o que foi anunciado. a previsão dos próximos 20 anos assusta-me. assusta-me sobretudo porque daqui a 20 anos eu vou ter mais de 40...
gosto imenso de Portugal, adoro Lisboa. e isso custa ainda mais. adoro viajar, conhecer sítios novos e sempre quis ir para fora no âmbito da minha educação e vida profissional, mas ver o meu país neste estado, a ser realmente tratado ao pontapé, parte-me o coração. ainda sou nova, posso pisgar-me daqui enquanto é tempo, mas os meus pais e as pessoas da idade deles vão gramar com a porcaria toda que aí vem.
show some love, quero ver ISTO nas notícias da noite, em todos os telejornais. quero ver mentiras a vir ao de cima e luz sobre a incompetência que afunda Portugal, por parte destes senhores de fato e gravata que não sabem, claramente, o que andam a fazer.
show some love, quero ver ISTO nas notícias da noite, em todos os telejornais. quero ver mentiras a vir ao de cima e luz sobre a incompetência que afunda Portugal, por parte destes senhores de fato e gravata que não sabem, claramente, o que andam a fazer.
26/05/10
25/05/10
24/05/10
23/05/10
20/05/10
17 reasons why
.
- Look... what I know, Alice, is that you never know how long anything's gonna last. The only thing any of us knows in this life is that anything can happen. You never know what's gonna happen next.
- Well, that's too hard for me.
- So, what are you saying? That you wish you never met me? That because I had to leave and that was really hard for you, that you'd rather I just never existed in the first place? Hmm? Would that be easier?
- Look... what I know, Alice, is that you never know how long anything's gonna last. The only thing any of us knows in this life is that anything can happen. You never know what's gonna happen next.
- Well, that's too hard for me.
- So, what are you saying? That you wish you never met me? That because I had to leave and that was really hard for you, that you'd rather I just never existed in the first place? Hmm? Would that be easier?
19/05/10
este horário está lentamente a dar cabo de mim. misturado com outras coisas, estou a matar aos poucos a minha sanidade física e mental.
com sorte, daqui a uma semana, melhora.
até lá, fica a lista do que me faz falta:
- tempo
- o meu quarto
- comida decente decentemente cozinhada
- sol
- rua
- praia
- tempo para mim
- tempo com a família
- tempo com os amigos
- filmes
- dormir
- descansar
- sossego
preciso de não ter de usar meias todos os dias e poder usar saias, calções e vestidos - ai os meus vestidos - à vontade.
com sorte, daqui a uma semana, melhora.
até lá, fica a lista do que me faz falta:
- tempo
- o meu quarto
- comida decente decentemente cozinhada
- sol
- rua
- praia
- tempo para mim
- tempo com a família
- tempo com os amigos
- filmes
- dormir
- descansar
- sossego
preciso de não ter de usar meias todos os dias e poder usar saias, calções e vestidos - ai os meus vestidos - à vontade.
18/05/10
silk sheet, blue dawn, Colgate, tongue warm
.
we've got obsessions
i want to wipe out all the sad ideas that come to me when i am holding you
we’ve got obsessions
all you ever think about are sick ideas involving me, involving you
we've got obsessions
i want to wipe out all the sad ideas that come to me when i am holding you
we’ve got obsessions
all you ever think about are sick ideas involving me, involving you
17/05/10
16/05/10
esta noite tive o pior pesadelo que já tive até hoje. depois de outros bastante horríveis que tive este ano, pensei que tal fosse impossível - pelo menos assim o esperava. mas não. o pior é que continuam a ser de terror psicológico, o que é das piores coisas num pesadelo.
sonhei que estava na Benetton, perto da hora de fechar. enquanto 3 colegas minhas estavam distraídas e falavam entre si, eu estava refém de um homem novo, muito alto e magro, ao estilo de Adrien Brody (que, já agora, sempre me assustou, sobretudo depois do The Village), e claramente com distúrbios mentais.
embora estivesse a meros metros das minhas colegas, estava ao lado de várias filas de cabides cheias de roupa, sentada no chão, com ele ao meu lado. e ali, em frente a todos, a tal personagem, com a ajuda de uma lámina, cortava-me lentamente o braço, com cortes pequenos. esvaía-me aos poucos em sangue, ali, sem poder gritar por ajuda com medo das ameaças dele e que lhe passasse qualquer coisa pela mente que o fizesse querer cortar-me toda num ataque de raiva.
a cada corte, sentia fraqueza, e lembro-me perfeitamente de sentir isso no sonho: aquela sensação física de súbita fraqueza, como se subitamente fôssemos esvaziados por dentro. isso foi das coisas que mais me assustou: ter essa sensação física num sonho, numa coisa irreal, enquanto não estou consciente e acordada.
por vezes conseguia escapar-lhe, mas por pouco. não conseguia chamar a atenção de ninguém e rapidamente ele voltava (não sei onde ia) e, a medo, eu não fugia. por fim, reparei que faltavam apenas 5min para a loja fechar, mas rapidamente me lembrei que não antes de todos os clientes terem saído. e ele era um cliente, no que dizia respeito às minhas colegas. por isso, podia ficar ali mais um bom bocado.
entretanto, aconteceu qualquer coisa, a situação pareceu estranha a alguém. mas ele levantou-se e, com uma camisola da loja ao ombro, encenando um movimento estranho e até cómico, preparava-se para sair, para fugir. isso despoletou maior pânico em mim, a hipótese de ele escapar e ficar livre de voltar.
acordei então, não sei se por estar prestes a morrer de perda de sangue no sonho e também não sei se o apanharam, mas penso que sim.
estive 5min com a cena da quase fuga dele a passar-me na mente, vezes e vezes seguidas. algumas por vontade própria, outras puramente automáticas. pensei que se revivesse a cena vezes suficientes, me meteria menos medo. nem por isso. a cada segundo que passava, ficava com mais medo e com uma vontade doida de gritar. virei-me na cama, como sempre me disseram desde pequenina, para o pesadelo ir embora. e foi mesmo.
adorava saber a origem destes pesadelos.
sonhei que estava na Benetton, perto da hora de fechar. enquanto 3 colegas minhas estavam distraídas e falavam entre si, eu estava refém de um homem novo, muito alto e magro, ao estilo de Adrien Brody (que, já agora, sempre me assustou, sobretudo depois do The Village), e claramente com distúrbios mentais.
embora estivesse a meros metros das minhas colegas, estava ao lado de várias filas de cabides cheias de roupa, sentada no chão, com ele ao meu lado. e ali, em frente a todos, a tal personagem, com a ajuda de uma lámina, cortava-me lentamente o braço, com cortes pequenos. esvaía-me aos poucos em sangue, ali, sem poder gritar por ajuda com medo das ameaças dele e que lhe passasse qualquer coisa pela mente que o fizesse querer cortar-me toda num ataque de raiva.
a cada corte, sentia fraqueza, e lembro-me perfeitamente de sentir isso no sonho: aquela sensação física de súbita fraqueza, como se subitamente fôssemos esvaziados por dentro. isso foi das coisas que mais me assustou: ter essa sensação física num sonho, numa coisa irreal, enquanto não estou consciente e acordada.
por vezes conseguia escapar-lhe, mas por pouco. não conseguia chamar a atenção de ninguém e rapidamente ele voltava (não sei onde ia) e, a medo, eu não fugia. por fim, reparei que faltavam apenas 5min para a loja fechar, mas rapidamente me lembrei que não antes de todos os clientes terem saído. e ele era um cliente, no que dizia respeito às minhas colegas. por isso, podia ficar ali mais um bom bocado.
entretanto, aconteceu qualquer coisa, a situação pareceu estranha a alguém. mas ele levantou-se e, com uma camisola da loja ao ombro, encenando um movimento estranho e até cómico, preparava-se para sair, para fugir. isso despoletou maior pânico em mim, a hipótese de ele escapar e ficar livre de voltar.
acordei então, não sei se por estar prestes a morrer de perda de sangue no sonho e também não sei se o apanharam, mas penso que sim.
estive 5min com a cena da quase fuga dele a passar-me na mente, vezes e vezes seguidas. algumas por vontade própria, outras puramente automáticas. pensei que se revivesse a cena vezes suficientes, me meteria menos medo. nem por isso. a cada segundo que passava, ficava com mais medo e com uma vontade doida de gritar. virei-me na cama, como sempre me disseram desde pequenina, para o pesadelo ir embora. e foi mesmo.
adorava saber a origem destes pesadelos.
14/05/10
i won't do this anymore but if you want war, you got war
.
yeah i can take your beating every once in a while
but i can't find the will to pluck up a smile
yeah i can take your beating every once in a while
but i can't find the will to pluck up a smile
13/05/10
la roux cancelado e o meu dia está oficialmente estragado
submerging from your world and back into my bliss;
a day rolled into one is burning on my lips.
09/05/10
05/05/10
04/05/10
i will dive into my sleep and i dream of the pretty buildings
i don't wanna feel this low again
i ain't gonna steal your flame again
i don't wanna feel...
and you know it hurts like hell
so when you reach the top
just throw yourself off.
03/05/10
não estou particularmente entusiasta em relação ao dia de amanhã. só de pensar que saio de casa às 9h20 e volto por volta das 22h30, fico cansada. e terça-feira a mesma coisa. se calhar é por isso que ainda estou a pé, a tentar adiar a vinda do amanhã. embora assim só vá custar mais e terei ainda mais sono e ficarei cansada muito mais facilmente.
do not want ;_;
do not want ;_;
02/05/10
no metro, depois de ter passado por nós um rapaz tatuado, a Célia explicou-me como as tatuagens lhe fazem impressão. a razão jaz na eternidade da coisa.
- para sempre é muito tempo. nada dura para sempre. não é? há alguma coisa que dure para sempre?
ao contrário dela, não pude deixar de reparar no indivíduo que, sentado ao lado dela, de braços cruzados, apresentava num destes uma tatuagem do nome "Lara", o que me divertiu um pouco.
assusta-me e, estranhamente, talvez me console um pouco, mas a verdade é que eu sei que ela tem razão.
nada dura para sempre.
- para sempre é muito tempo. nada dura para sempre. não é? há alguma coisa que dure para sempre?
ao contrário dela, não pude deixar de reparar no indivíduo que, sentado ao lado dela, de braços cruzados, apresentava num destes uma tatuagem do nome "Lara", o que me divertiu um pouco.
assusta-me e, estranhamente, talvez me console um pouco, mas a verdade é que eu sei que ela tem razão.
nada dura para sempre.
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- riita
- sometimes i think i'd float away if this sadness didn't weigh me down




